29/11/2018

Medicina medieval

Medicina medieval

Apesar de ser ortopedista, o futuro ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta parece ser adepto daquela lógica pouco ortodoxa de que se o dedo está ruim, mais vale cortar o braço. Nesta semana, Mandetta questionou os efeitos das campanhas de prevenção contra a aids. Para justificar, estabeleceu uma estranha relação de causa e efeito, alegando que a popularização do tratamento para pessoas infectadas é responsável pelo aumento do número de casos, porque “a aids passou a ser, na cabeça dessa geração, uma doença com a qual é possível conviver”. Há um receio de que o novo governo diminua a rede de tratamento oferecida para pessoas com o vírus, justamente agora que o número de casos detectados tem diminuído.

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Confira essa reportagem sobre a epidemia de aids no Brasil

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